Tudo é energia, tudo está em movimento, tudo está ligado entre si. Passaram mais de 100 anos, desde as descobertas de Einstein e da física quântica, no entanto, a maior parte da humanidade continua assumindo a visão de mundo mecanicista codificada por Newton no século 17. A grande maioria do universo (96 %) é invisível, mesmo para os nossos instrumentos mais sofisticados, e, muitas vezes, não é tão real como o 4 % que percebemos com nossos cinco sentidos. Andar sobre o fogo, o efeito placebo, as remissões espontâneas, e uma mãe que levanta um carro para libertar seu filho preso continuam a ser feitos inexplicáveis para o materialismo científico, mas são compreensíveis quando temos uma visão mais ampla e holística.
Sagitário é o signo que mais se preocupa com a percepção da realidade, da verdade e o seu significado. O que vemos depende de onde estamos. Nosso crenças interferem e filtram nossa consciência. Se há algo que não está dentro de nosso quadro de referência, pode ser invisível ou inconcebível, assim como os galeões espanhóis que foram para os povos indígenas que nunca tinham visto os barcos a vela. A forma em que percebemos a vida é determinada por muitas influências, desde o nascimento, as crianças recebem presentes de cor azul e meninas rosa. Ao longo da infância, a família e os professores nos inculcan o que é “apropriado”, a nossa cultura, religião e nação, além disso, nos inculcan normas e ideais específicos. Como resultado, todos nós temos um ponto de vista da vida cuidadosamente condicionado (o que achamos que é certo ou errado, bom ou ruim, possível ou impossível) composto por nossas atitudes programadas, convicções e ética. Nossas crenças são, frequentemente, em grande parte inconscientes, “as coisas como elas são” geralmente é um questionamento que fazemos quando estamos expostos a uma visão muito diferente da vida. Esta Lua Nova, convida-nos a examinar profundamente os nossos pressupostos e motivações.
O que é o que cremos, e o que sabemos? O que estamos vivendo? Nossa vida reflete nossa filosofia ?
Quíron faz uma quadratura próxima a esta Lua Nova que nos guia para ver além das crenças que nos mergulha no sofrimento, vício e o martírio, convida-nos a saber que não somos mais pecadores, expulsos do céu e que a mesma divindade é expressa na Terra. Na mitologia Quíron é um centauro, uma criatura tanto mortal divino, humano e animal, uma vez que simboliza a inseparabilidade da matéria e o espírito, a razão e o instinto, a humanidade e toda a criação. Curar é
Se tornar um todo. Todo o sofrimento deriva, em última instância, de nossa ferida original, a ferida da separação de nossa fonte divina. Em Peixes, Quíron facilita a lembrança de nossa herança espiritual e amplia a nossa capacidade de empatia, perdão e amor incondicional por nós mesmos e os outros. Podemos aprender através da dor, mas curar através do amor. O último passo de Quíron por Peixes foi 1960-69 (durante a prévia conjunção anterior Urano, Plutão), coincidindo com as explorações psicodélicas, os movimentos de retorno à natureza e o advento do “flower power “.
Urano e Plutão em quadratura, e Quíron em Peixes, novamente, nos convida a voltar a ligar o secular com o sagrado para unir e viver a nossa vida de cada dia com a consciência espiritual.

Júpiter, o regente tradicional de Sagitário, está retrógrado em Câncer desde 6 de novembro de 2013 até o dia 6 de março de 2014, mantendo a nossa atenção focada na reavaliação de nossas crenças e a revisão de nossas prioridades. Desde meados de julho de 2013 até meados de julho de 2014, Júpiter está em uma grande trígono com Quíron em Peixes e Saturno em Escorpião, dando um maior apoio para a libertação de conceitos que nos mantém envolvidos na separação, o medo e a escassez.
O símbolo Sabiano para esta Lua Nova (11 Sagitário) ilustra a importância de honrar nosso corpo e nossa alma: “No lado esquerdo de um templo arcaico queima da lâmpada em um recipiente com a forma de um corpo humano, o valor de ‘voltar ao corpo’ está defendido por pensadores modernos, com o fim de equilibrar a pressão que paira sobre a intelectualidade e a consciência objetiva”.
O que minimiza a sua verdade? O que faz com que a sua luz brilhe com mais força? Esta Lua Nova nos dá o seguinte conselho, com uma citação fantástica de Alan Alda: “começa a desafiar suas próprias suposições. Seus pressupostos são as janelas que permitem ver o mundo. Lávalas de vez em quando, ou a luz não entrará”.